segunda-feira, 8 de março de 2021

A hora e a vez delas

Parte do time feminino da Fábrica de Códigos

As pessoas e o mercado se adaptam constantemente às mudanças que surgem com o tempo. Até poucos anos, era raro encontrar mulheres em setores culturalmente masculinizados como a TI. Nos últimos cinco anos, a participação feminina na área cresceu 60% - passando de 27,9 mil mulheres para 44,5 mil, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). Ainda assim, elas representam 20% dos profissionais de tecnologia do país, e com esse ritmo estima-se que em 10 anos elas se equiparem em quantidade aos homens, pois competência nunca lhes faltou, como conta a programadora web Rafaela Viana. “O primeiro computador totalmente eletrônico foi criado durante a segunda guerra mundial. O ENIAC ocupava 270 m², tinha vários cabos e válvulas e era programado por uma equipe de seis matemáticas que se tornaram as primeiras programadoras profissionais, tornando-se inspiração para minha carreira, evolução e aperfeiçoamento. Sinto-me privilegiada em fazer parte do mundo da tecnologia.”


Sandra Silva, coordenadora de desenvolvimento Delphi, ressalta que as mulheres precisam se orgulhar por fazer parte de uma história de batalhas e vibrar com o aumento da contribuição feminina, para que assim possamos ter mais exemplos de sucesso. Cássia Mascarin é do time de implantação e reforça as características femininas que contribuem com o sucesso em uma empresa de tecnologia, como a capacidade de se reinventar, o olhar apurado e a observação de detalhes em um projeto.


Jaqueline Oliveira é da equipe comercial e revela que sente gratidão em poder participar de um momento tão desafiador para a sociedade e economia. “Eu vejo que durante a pandemia, nós da área de tecnologia somos muito importantes para manter o bem-estar das empresas, enquanto os profissionais da saúde cuidam do bem-estar das pessoas. Nós lutamos para manter as empresas funcionando e assegurando emprego e renda para as famílias. Esse é um propósito muito gratificante, conclui. Profissional de marketing, Cristina Souza compartilha a linha de pensamento da Jaqueline. “Comunicar a importância dos negócios que nossa empresa realiza, auxiliando na viabilidade e crescimento de outras empresas, é uma satisfação imensurável principalmente neste momento em que a economia pede socorro”.

Thais Margi, integrante do time comercial, é enfática ao falar de seu orgulho em trabalhar nessa empresa que enxerga a mulher como profissional e reconhece suas habilidades, independentemente do gênero. Isso estimula um ambiente de colegas que se apoiam, motivam e incentivam diariamente. “Somos mulheres que cuidam das suas casas, famílias, e todos os dias vamos em busca de algo mais, seja independência financeira ou satisfação pessoal.”

Por Cristina G Souza
Marketing Fábrica de Códigos


Cristina G Souza

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